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    Casa»Escolhas do Editor»Conheça o aplicativo Zangi, usado por criminosos para aliciamento de menores em Goiás
    Escolhas do Editor

    Conheça o aplicativo Zangi, usado por criminosos para aliciamento de menores em Goiás

    App é semelhante ao WhatsApp
    RedaçãoPor Redação15 de março de 2020Nenhum comentário2 Mins lidos
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    Um homem foi preso em Rio Verde, nesta semana, suspeito de estupro virtual contra uma menina de 10 anos. O primeiro contato com a vítima teria ocorrido por meio de redes sociais tradicionais, enquanto fingia ser um adolescente. Após ganhar a confiança, ele induziu a criança a instalar o aplicativo Zangi, que é semelhante ao WhatsApp, mas com uma diferença determinante: não é preciso cadastrar um número telefônico ou e-mail, o que reforça o anonimato e dificulta a rastreabilidade.

    Segundo o gestor em Tecnologia da Informação e especialista em Cibersegurança, Cleyton Salomé, do ponto de vista social, o Zangi atrai criminosos devido à facilidade de login com número de telefone sem verificações rigorosas, falta de controles de acesso robustos e ausência de relatórios de transparência sobre abusos, expondo usuários a contatos indesejados, phishing e predadores online. “Não recomendo que pais deixem filhos menores utilizarem, mas, independente do app, eles devem sempre monitorar as atividades na internet, orientando sobre o que jamais enviar — como fotos íntimas, endereço ou dados escolares, assim como não se entrega a chave de casa a estranhos nem se passa a senha do banco a terceiros.”

    Já do ponto de vista técnico, promove criptografia proprietária de ponta a ponta e arquitetura serverless, alegando não armazenar dados em servidores, o que reduz riscos de interceptação em trânsito, segundo o especialista. “No entanto, sem código open source completo nem auditorias independentes públicas recentes, não há garantia verificável de que essas proteções resistam a ataques avançados, como vulnerabilidades críticas reportadas.”

    Ele explica, contudo, que isso dificulta até mesmo o trabalho da polícia em investigações de crimes, limitando o acesso a evidências essenciais. “E, claro, propicia o aumento de golpes, pois os criminosos não querem produzir provas contra eles e nem serem encontrados.”

    O delegado Matheus Dutra, do Grupo Especial de Investigação Criminal (Geic), corrobora a informação. Ele reforça que o aplicativo evita que o conteúdo das mensagens ilícitas seja bloqueado pela plataforma, uma vez que não tem um controle interno rígido quanto às questões de segurança da comunicação. “Porém, a abordagem e a relação de confiança com a vítima, muitas das vezes, são realizadas através de plataformas comuns (como Instagram e TikTok). Depois, o criminoso a convence a migrar para esse aplicativo, onde consegue obter e consumar a conduta criminosa.”

     

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